domingo, 22 de março de 2009

RECEITAS DE BOKASHI

APRENDENDO COM ORQUIDEAS

« Plectrophora calcarhamata Hoehne (1910)UM OLHAR, UM SONHO COM AS ORQUIDEAS. »Adubação orgânica: BOKASHI para nossas orquídeas!
Pesquisando na net sobre fórmulas de bokashi, encontrei no FÓRUM PIMENTAS.ORG, excelente discussão sobre o assunto, onde o administrador Chillibrain (apelido…claro! algo tipo “cérebro de pimenta”…) publicou duas excelentes receitas de fermentação aeróbica, complementadas por Neco Torquato com uma anaeróbica, e pra arrematar, o visitante do fórum Lucas Wallace forneceu a receita do composto de microorganismos (inoculante) que agem no bokashi, conhecida como EM-4.
Parabenizo aqui os três e demais visitantes do espaço virtual deles somando outras informações dividindo seus conhecimentos e possibilitando que outros internautas melhorem seus cultivares na agricultura – inclusive o público orquidófilo. Observa-se que as receitas apresentadas são direcionadas a cultivares agrícolas, e que poderão ser utilizadas na adubação orgânica de nossos orquidários. Existe uma versão diferente onde é acrescentado farelo ou farinha de peixe. Querendo saber mais e até tirar dúvidas, abaixo constam os endereços eletrônicos dos sites do Chillibrain e Neco Torquato. Em breve experimentarei fazer tais adubos orgânicos, usando-os em algumas orquídeas para teste, apesar de saber que o bokashi já é utilizado por vários orquidófilos com variações na fórmula, comparadas com essas aqui apresentadas. Observem que quando usamos adubos orgânicos, devemos evitar uso de inseticidas e pesticidas, pois tais venenos interferem no resultado final já que podem destruir os microorganismos existentes no inoculante!

Bokashi (nitrogenado)

- por Chillibrain no website https://www.pimentas.org/forum (é https mesmo).

Torta de mamona - 50kg
Farelo de (peixe, soja ou algodão) - 50 kg
Farelo de osso - 50kg
Esterco de aves seco - 100 kg
Farelo de (arroz ou trigo) - 15 kg
Maisena - 1 kg
Solo virgem - 250kg
Inoculante (EM) - 1/2 kg a 2 kg (EM = Efective Microorganism = lacto bacilus, trichoderma, levedura, aspergilus e actinomicetos)
Açucar mascavo ou melaço - 1kg

Bokashi (fosforado)

Solo virgem - 400kg
Esterco de Aves - 40kg
Farelo de ossos - 120kg
Farelo de (arroz ou trigo) - 15kg
Maisena - 1kg
Inoculante EM - 1/2 a 2kg
Açucar mascavo ou melaço - 1kg

Para menores proporções só dividir tudo pelo mesmo número.

Procedimento:
1) Sobre a terra virgem esparramar os ingredientes (cada um por vez) e misturar bem;
2) Aspergir água durante o processo de mistura para evitar pó;
3) Distribuir os inoculantes, durante o processo de homogeneização da mistura;
4) Após 3 dias fazer a 1ª revirada. Caso a temperatura da mistura ultrapasse 50º C faça a revirada antes;
5) Revirar diariamente na 1ª semana - (após a 1ª revirada ou 3 dias após início);
6) Após uma semana esparramar a mistura para facilitar o secamento;
7) Uma vez seca, a mistura está pronta para o uso.
Uso:
1) Covas: mudas de hortaliças: um punhado
2)Canteiros: um punhado
3)Como adubo complementar: 300kg/1000m2
A água deve ser limpa e isenta de, se possível, de bactericidas; a quantidade de água deve ser em torno de 30%.
O produto deve ser utilizado em um período máximo de 6 meses.

KENKI BOKASHI

- por Neco Torquato do blog: http://mungoverde.blogspot.com
“Existem dois tipos de Bokashi, o conhecido pelo mesmo nome que é de fermentação aeróbica, igual as fórmulas que o Chillibrain passou, e o Kenki Bokashi, que é o de fermentação anaeróbica. Os dois tipos servem para a mesma coisa, melhorar as condições físicas, biológicas e químicas do solo.

Eu uso uma fórmula de KENKI BOKASHI, que tem a única vantagem sobre o BOKASHI de não precisar ficar revirando a mistura (passos 4 e 5 dos procedimentos do Chillibrain).

Geralmente faço em um barril de 60 lts e adaptei essa fórmula para um amigo fazer em uma balde de 10 lts:

Materiais:
- 1 balde de 10lts com tampa (ou um recipiente equivalente que possa ser bem tampado);
- 1 saco plástico (eu uso de lixo preto de 30lts para o balde de 10lts e de 100lts para o barril de 60lts);

Produtos:
4,5 kg de farelo de arroz (ou trigo, soja, etc… ou ainda um mix destes)
1 kg de torta de mamona
0,6 kg de farinha de osso
0,5 kg de cinza de madeira
0,5 kg de palha de arroz ou casca de café
1 lt de solução EM-4 ativado (980 ml de água de nascente/mina, 10 ml de EM-4 e 10 g de açúcar)

Procedimentos:
1 - Misture bem os ingredientes secos (farelo, torta, farinha, cinza e palha);
2 - Acrescente a solução de EM-4 até os ingredientes ficarem bem umedecidos. Este preparado deve ter um teor de umidade que, ao formar um bolinho da mistura na mão e aperta-lo entre os dedos, sua consistência se mantenha mesmo depois de aberta a mão;
3 - Coloque um saco plástico sem nenhum furo dentro do balde de 10 lts;
4 - Despeje a mistura preparada dentro do balde forrado e compacte o mais que puder;
5 - Feche o saco plástico de modo que não entre ar na mistura. Preencha o espaço entre o saco plástico e a boca do balde com farelo de arroz e então feche a tampa do balde. ATENÇÃO - É aqui que mora o segredo do Kenki Bokashi: A temperatura da fermentação anaeróbica não ira passar dos 50ºC. Para que ela ocorra perfeitamente não deve sobrar nenhum espaço com ar dentro do saco/balde. Qualquer abertura que possibilite a entrada de ar, resultará em má fermentação da mistura e elevação da temperatura que poderá passar dos 50ºC;
6 - Acondicione o balde em um local fresco e seco por um período de 15 a 20 dias;
7 - Após esse prazo, abra o balde e o saco plástico e se exalar:
a) um cheiro agridoce, a fermentação ocorreu com sucesso e o produto pode ser usado imeditamente.
b) um cheiro fétido e nada agradável, provavelmente você não compactou direito a mistura ou deixou entrar ar durante a fermentação. Nesse caso a mistura deve ser descartada.
8 - O Kenki Bokashi deve ser usado imediatamente, ou seco na sombra, para que não entre em processo de fermentaçãp aeróbica com elevação de temperatura. O kenki bokashi seco, assim como o bokashi, devem ser armazenados por, no máximo, 6 meses.

O kenki bokashi eu uso no preparo do solo/canteiros e nos berços (cova é para defunto). Uso também misturado a matéria orgânica que coloco no meu minhocário e jogo sempre um pouco na composteira pois ajuda na degradação da matéria orgânica e diminui muito o cheiro do composto.

Após pronto os canteiros da horta, rego com uma solução de EM-4 ativado + água a 1:300, deixo descançar por uma semana e planto as hortaliças. Já para os berços das árvores, após preparados, rego com a mesma solução de EM-4 a 1:500, deixo descançar p/ 3 meses e, uma semana antes do plantio da semente ou transplante das mudas, rego novamente com uma solução á 1:1000.

Tanto para hortaliças, como para as árvores, uso a mesma solução de EM-4 a 1:1000 e faço pulverizações foliares quinzenais, misturado com biofertilizante. Se tiver um solo com a estrutura ruim e/ou notar que a saúde das plantas não vai bem, pode fazer pulverizações semanais até você notar uma melhor, então você volta a pulverizar quinzenalmente.”

RECEITA DO EM-4

- por Lucas Wallace no fórum do “Pimentas.org”

“O inoculante EM-4 é um preparado de microorganismos que aceleram o processo de compostagem.
Trata-se de consórcio de microorganismos, é um inóculo importado do Japão pela Fundação Mokiti Okada. Entre os microorganismos você encontra Bacillus e outros, sua concentração gira em torno de 10 na 4, UFC, baixa considerando os diversos produtos do mercado, a utilização de melaço de cana é comum para sua inoculação pois, uma vez inoculado há reprodução dos microorganismos o melaço funciona como substrato para esta reprodução. Primeiro tem que fazer uma panelada de arroz bem papa, e lembre-se de não usar água com cloro. Depois pegue um gomo inteiro de bambu e rache-o ao meio, formando duas canoas. Encha as duas canoas de bambu com o arroz cozido e una novamente as duas e amarre-as. Aí que vem a parte mais complicada, procurar ao redor de algum bambuzeiro aquele fungo branco que se forma nas folhas de bambu, em seguida enterrar o gomo de bambu com o arroz cozido papa revestido com a folha contendo o fungo branco E aí é esperar algum tempo até o fungo tomar conta do arroz do bambu. Depois adicione o arroz do bambu em aproximadamente 10 litros de água e espere ativar.

(RECEITA CASEIRA DO MESMO)
1-cozinha-se 700 gr de arroz sem óleo e sem sal.
2.enterra-se a vasilha com o arroz cozido em uma mata ou ambiente bem preservado e espere de 4 a 7 dias.
3.desenterre a vasilha e separe os mofos(fungos) de cores escuras e jogue-os fora.
4. o restante de cores claras e vivas misture com 9 litros de água + 1 litro de melado ou 1 kg de rapadura. Tampe e aguarde + 7 dias.
Esta pronto o EM 4. Se voce colocar yakult ou iogurte natural você terá o EM5.
Encontrei essa receita na comunidade Agricultura orgânica, ISSO PODE ACELERAR A RECUPERAÇÃO DE UM SOLO DEGRADADO REVERTENDO UM DESEQUILÍBRIO BIOLÓGICO. Abraço, Lucas Wallace.”

Finalizando, observamos que a adubação orgânica é ideal para revertermos o quadro de degradação do solo recuperando e corrigindo problemas de acides e deficiências de macro e micro elementos, interagindo na prevenção de pragas e doenças nas plantas, sem que seja necessário para isso uso excessivo de fertilizantes químicos industriais ou venenos organo-fosforados dentre outros. A Natureza agradece quando praticamos cultivo orgânico! Vamos abraçar essa idéia!

domingo, 14 de dezembro de 2008

APRENDENDO COM ORQUÍDEAS - ORQUIDÁRIO MINAS: SEMEADURA DE ORQUIDEAS

APRENDENDO COM ORQUÍDEAS - ORQUIDÁRIO MINAS: SEMEADURA DE ORQUIDEAS

APRENDENDO COM ORQUIDEAS

SEMEADURA DE ORQUIDEAS

CURSO SOBRE SEMEADURA DE ORQUIDEAS

Ministrado pelo Prof. Nelson Barbosa – UNOESTE – Presidente Prudente-SP.
Data: 09/09/2006.

MEIO DE CULTURA – 1 LITRO

120 a 150 gramas de banana com casca.
1 tomate rasteiro (comprido) ou 5 cereja.
50 ml de água de coco (ideal que seja do coco verde) – mas pode ser de caixinha.
80 gramas de amido de milho – maisena. (substituto do Agar )
15 gramas de açúcar cristal.
1 grama de petter ou plant prod 20-20-20
1 grama de petter ou plant prod 30-10-10
2 gramas de carvão ativado em pó. (Farmácia de manipulação ou lojas de aquários )
OBSERVAÇÃO: para que o meio de cultura fique mais alcalino coloque mais banana; se quiser mais ácido coloque mais tomate. Então para baixar o PH coloque menos tomate.

COMO FAZER O CARVÃO ATIVADO

Coloque uma pedra pequena de carvão por 5 a 10 minutos no forno microondas.
Retire e jogue em água fria – retire e deixe secar.
Por último moer.

PREPARO

Numa panela de alumínio, treflon ou vidro colocar:
200 ml de água de torneira.
Tomate.
Banana.
Deixar ferver entre 5 e 10 minutos, até o tomate estourar e a banana ficar mole.
Bater no liquidificador e coar em peneira fina.
Adicionar a seguir:
Água de coco.
Carvão.
Adubos.
Açúcar.
DETALHE: completar com água até ½ litro.
Numa vasilha a parte dissolver lentamente em ½ litro de água fria o amido de milho (80 gramas).
Despeje de volta na panela com os demais ingredientes.

Levar o fogo – cuidar para não ferver e não engrossar o meio de cultura – devido a presença do amido.

Retirar a espuma que surgir com uma espumadeira.
Quando o meio de cultura estiver com aspecto viscoso – querendo engrossar - retire do fogo e coloque nos frascos – aproximadamente 2 cm por frasco. Se quiser use uma concha pequena como medida.

PREPARO DOS FRASCOS PARA O MEIO DE CULTURA

Lavar os vidros com água e detergentes, inclusive as tampas – enxaguar bem, cuidando para não deixar restos de espuma.
Secar num escorredor.
PREPARO DA TAMPA: - fazer bem antes da semeadura para dar tempo de secar a cola.

Fazer um furo no centro da tampa, com um prego.
Inserir uma capa de agulha – pedir na farmácia.
Colar com tenaz – deixe secar e coloque outra camada – por dentro e por fora.
Coloque algodão bem socado, ( com um palito de dente redondo e sem a ponta afiada) para formar um filtro e servir como respiradouro.
Corte a ponta da capa da agulha – parte interna da tampa.

ESTERILIZAÇÃO DO MEIO DE CULTURA

1. Panela de pressão: 20 minutos.
2. Panela comum: 1 hora.
3. Antes de colocar os frascos na panela, forrar o fundo com pano dobrado ou uma gradinha de madeira.
· Pingar 1 gota de solução – 100 gramas de sulfato de cobre para 1 litro de água – no algodão que está vedando o buraco da tampa para evitar contaminação – cuidado para não escorrer para dentro do frasco. (Reduzir essa formula ao mínimo possível, uma vez que a quantia a ser utilizada será mínima ) Ex. 50 gramas para l/2 litro de água .
· Cobrir a tampa com papel alumínio para evitar a entrada de água pelo furo da tampa.
4. Após 20 minutos desligar o fogo.
· Deixe esfriar para evitar choque térmico e quebrar os vidros.
· Retirar os frascos da panela.
5. Esperar aproximadamente 5 dias antes de semear para ver se houve contaminação – caso algum frasco apresentar contaminação descarte-o imediatamente.

SOLUÇÃO DESINFETANTE - BANCADA, INSTRUMENTOS E SEMENTES.

Álcool 70% - misturar 3 parte de álcool de posto e uma de água – bancada e instrumentos, ou
Cloro estabilizado de piscina 5 gramas por litro – bancada até a semente. – mais indicado por não manchar a roupa nem oferecer risco de explosão. Caso não encontre o cloro estabilizado utilize a fórmula a seguir:


DESINFECÇÃO DAS SEMENTES:

1. Num potinho preparar uma solução desinfetante usando 80 ml de água destilada e autoclavada, 20 ml de água sanitária e duas gotas de detergente neutro, ou Cloro estabilizado de piscina 5 gramas por litro – bancada até a semente. – mais indicado por não manchar a roupa nem oferecer risco de explosão.


2. Pegue o embolo de uma seringa de 5 ML molhe a borracha nessa solução e grude uma pequena porção de semente.
3. Volte o embolo para a seringa - aspire 5 ML da solução e de uma leve agitada.
4. Coloque a seringa dentro do potinho com a solução – agulha para baixo.
5. Deixe decantar de 7 a 8 minutos.
6. Em seguida coloque a seringa em outro pote, agora com a agulha para cima.
7. Aguarde só um estante para as sementes irem para baixo e solte a solução deixando as sementes.
CURIOSIDADE
1. A semente de epidendrum não afunda.
2. Não desinfetar as semente de Phalaenopsis na solução de hipoclorito.
3. Em qualquer situação que ocorrer contaminação – diminuir o cloro e aumentar o tempo – item 5 acima – até um máximo de 40 minutos para evitar esterilização das sementes.
PREPARANDO A SEMEADURA – 4 FRASCOS.

1. Pegue um frasco pequeno com água esterilizada - junto com os frascos de cultura.
2. Flambar a agulha no bico de Bussem. (aspirar o ar no fogo)
3. Aspire a água para lavar as sementes – agite levemente – cuidado para não romper as sementes.
4. Deixe decantar com a agulha para cima e solte a água.
5. Repita a operação duas vezes.(itens 2 – 3 e 4)
6. Aspire finalmente 2 ML de água, deixando l ML de ar.
7. Retire a agulha – deixe a seringa na solução desinfetante.
8. Pegue os quatro frascos de cultura – passe um pano com a solução desinfetante principalmente na tampa.
9. Abra todos os frascos sem retirar a tampa.
10. Flambe rapidamente a boca do vidro a ser semeado no bico de bussem.
11. Levante a tampa e ejete ½ ML da água com semente por frasco.
12. Volte a seringa para a solução.
13. Feche o frasco imediatamente – flambar a tampa no bico de bussem – em seguida coloque o filme plástico – cuidando para não tampar o furo da tampa. Balance o frasco em forma de círculo para que as sementes se espalhem uniformemente sobre o meio de cultura.
14. Coloque identificação: planta, data e outras informações que julgar necessário.
ATENÇÃO: O ATO DE ABERTURA DOS FRASCOS PARA EJEÇÃO DAS SEMENTES – ITEM 11 - DEVERÁ SER FEITO EM CIMA DE UMA PANELA COM ÁGUA FERVENDO – NO VAPOR – PARA DIMINUIR O RISCO DE CONTAMINAÇÃO.

APÓS A SEMEADURA:
1. Manter em local limpo.
2. Temperatura média. Aconselhável em local sem vento direto
3. Luz direta durante 16 horas - pode ser luz do dia mais luz florescente. ( ex. das 7.00 horas até as 18.00 horas luz do dias . Das 18.00 horas as 23.00 horas luz fluorecente.) Pode ser utilizado um timer para ligar e desligar a luz
4. Não precisa repicar.
5. Retirar as mudas após 7 a 8 meses (observar o desenvolvimento das mesmas)

RETIRADA DAS MUDAS

Coloque um pouco de água para amolecer o meio de cultura..
Lavar cuidadosamente num peneira fina para eliminar todo meio de cultura.
Cuidado para não danificar as raízes.
Deixe as mudinhas aproximadamente por 20 horas espalhadas em pano úmidos para fazer o velame das raízes.
Replantar em vaso ou bandeja coletiva – camadas de brita, casca de pinus de pequeno diâmetro e por ultimo casca de pinus bem miúda misturada com, pó de xaxim, fibra de coco picada ou similar. .
Manter em local sombreado – 70%.
Cuidar da umidade e adubação (plantas novas exigem mais umidade e adubação nitrogenada mais constante e diluída). Utilizar um pulverizador para molhar e evitar danos para as mudas .
Aplicar fungicida a cada 15 dias – (solução mais diluída)



Participantes:

Volnei Béga
Edmar Alencar Junior
Tarlei Scarpini.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Ao Dr. Noé Cheung

Este blogg é uma homenagem ao amigo Dr. Noé Cheung. Um amigo atencioso, educado, generoso, paciente e um orquidófilo experiente sempre disposto a ajudar aos iniciantes no cultivo de orquídeas. Que os Mestres lhe iluminem sempre Prezado Amigo Noé.